
Mesmo aquém dos 10 mil MW habilitados, os 1.800 MW contratados no primeiro leilão de energia eólica consolidam o segmento dentro da matriz energética brasileira e justificam os investimentos que têm sido feitos no País, segundo o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Lauro Fiuza Jr.
"A quantidade contratada demonstra que o segmento é atrativo e justificam os projetos que empresas como GE, Siemens, Alstom e Vestas vêm desenvolvendo no Brasil", afirma Fiuza.
O preço-teto de venda, de R$ 189, afastou algumas empresas tradicionais no segmento, como a EDP Renováveis Brasil, que considerou que o valor "não era suficiente para assegurar rentabilidade adequada aos investimentos que serão necessários para viabilizar os projetos". No entanto, para Fiuza, "as garantias e punições são muito pesadas", assegurando que, entre os vencedores, que chegaram ao valor médio de R$ 148,39, há apenas "empresas sérias e com os pés no chão". "Essas empresas fizeram o dever de casa bem feito e negociaram muito bem com seus fornecedores", ressalta Fiuza.
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