Intensificação dos projetos de geração de energia eólica é vista como uma boa alternativa para a região Na década de 1960, logo após a criação da Sudene, o desenvolvimento pensado para o Nordeste foi buscado através da industrialização da região. Esse era o pensamento do economista Celso Furtado, primeiro superintendente do órgão. Hoje, o Nordeste já consegue mostrar polos, ainda que concentrados, de industrialização.
Muito já foi e vem sendo feito neste aspecto durante esse período. Com a nova conjuntura, o objetivo da superintendência, de acordo com seu titular, deve ser outro: fornecer a infraestrutura básica para o desenvolvimento dessa indústria que vem sendo criada.
"Nós temos hoje um gargalo no escoamento dos nossos produtos. A Bahia (onde se encontra o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, em Camaçari) tem carência de portos, todo o Nordeste tem", avalia Paulo Fontana. Segundo ele, é necessário concentrar esforços na criação de mais investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, além de infraestrutura de energia.
A intensificação dos projetos de energia eólica é vista como uma boa alternativa para a região, que tem a maior força na produção energética nas hidrelétricas localizadas no Rio São Francisco. No ano de 2008, dos cinco projetos aprovados pela Sudene, quatro eram para a construção de parques eólicos. Já em logística está o maior investimento hora em curso na superintendência: a Transnordestina. A estrada de ferro ligará Eliseu Martins, no Piauí, aos portos de Pecém, no Ceará, e de Suape, em Pernambuco.
O Futuro da Energia
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
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