
Depois da contratação de 1.800 MW no leilão de energia eólica realizado em dezembro, a Associação Brasileira de Energia Eólica espera que o governo mantenha a contratação de, pelo menos, mais 1.000 MW por ano, para manter o setor aquecido. A expectativa é conseguir nos próximos 10 anos ocupar entre 6% a 8% da matriz energética do país.
Seria um crescimento forte em relação ao patamar atual, de 1%, mas ainda muito baixo na comparação com
outros países, como Dinamarca (22%), Espanha (16%), Portugal (13%). A China aumenta sua oferta de
energia eólica em 8.000 MW por ano.
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