
No início de 2009, no Instituto Ideal, nós criamos o projeto América do Sol. O objetivo: transformar a América Latina no continente da energia solar. A América Latina tem uma capacidade de insolação bem maior do que a maioria das outras regiões. É um potencial inexplorado de uma energia limpa sem igual. Por uma feliz coincidência, é em Florianópolis, sede do Ideal, onde esse assunto está mais desenvolvido. Uma das referências é a Universidade Federal de Santa Catarina. Parceira de primeira hora do instituto, com o qual tem desenvolvido projetos de grande visibilidade. O principal são os estádios solares. Os estudos já em andamento procuram contemplar com a energia solar os estádios brasileiros que irão sediar a Copa do Mundo de 2014. Depois, o projeto incorporou os aeroportos solares, como forma de compensarem os impactos ambientais que causam. Novamente, o Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, foi objeto de um estudo de solarização de suas novas instalações. Agora já se pensa nos telhados solares, via uma política que incorpore em programas habitacionais, a energia solar como fonte de aquecimento de água e geração de energia.Uma legislação para esse fim está prestes a ser aprovada, possibilitando, no futuro próximo, que os telhados das casas brasileiras sejam uma microusina solar. Ao longo dos últimos 20 anos, a energia solar vem incorporando tecnologia, aumentando eficiência e reduzindo custos. Muitos estudos e projeções confiáveis apontam, para os próximos anos, a energia solar como competitiva com qualquer outra fonte de energia. Superada a questão do custo, são inegáveis as suas vantagens diante das possibilidades de aplicação: carros elétricos, equipamentos eletrônicos, fachadas de prédios, janelas com painéis integrados e até já se fala em tintas especiais que, ao receberem a incidência do sol, geram energia. Não tenho dúvida em afirmar que a energia solar é o futuro!
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