Mesmo com todas as dificuldades nos aspectos ambientais e de financiamento, os empresários do setor eólico garantem que vale a pena investir em eólicas no Ceará. Mas persistem as reclamações: “Cumprimos rigorosamente todas as normas obtendo todas as licenças, mas o mercado ainda está se regulamentando. Falta ajustar mais esse processo. É muito difícil obter a licença, fazer investimento e ter dificuldades por falta de regulamentação”, comentou Marcelo Picchi, diretor-presidente da Siif Énergies.
A empresa possui três parques eólicos no Estado e, assim como no Ceará, é a empresa que possui a maior capacidade instalada em geração de energia eólica no Brasil. Picchi diz que, apesar dos parques concluídos, ainda aguarda liberação de R$ 330 milhões, relativos ao empreendimento Praia Formosa.
“Investir altos valores em energia renovável tem uma dificuldade natural. E as dificuldades são grandes. Para que nós concluíssemos nossos projetos, as dificuldades foram muito grandes”, ressaltou. A empresa possui três parques eólicos no Estado, mas tem metas de expansão por aqui.
“Temos um plano de crescimento de mais de 400 Megawatts (MW) no Nordeste. Desses, 200 MW são de novos projetos no Ceará. Estou falando de investimentos da ordem de R$ 1 bilhão nos próximos anos”, informou Picchi.
Conforme adiantou, a Siif já estuda instalação de empreendimentos eólicos na região da Ibiapaba. Além disso, Picchi disse que participa de um grupo de trabalho que avalia as possibilidades de produção de energia eólica offshore (no mar). E prevê: “Em dez anos, teremos produção eólica no mar do Ceará”. (AJ)
O Futuro da Energia
sábado, 9 de janeiro de 2010
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